quinta-feira, 29 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Pois é... (sem comentários!)
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Internacional de novo tentando se recuperar...
Inter viaja ao Chile confiante em recuperação
Time quer acabar com sequência de quatro jogos sem vitória
O Inter embarca para Santiago às 19h desta segunda-feira com dois objetivos: vencer o Universidad de Chile e recuperar a confiança perdida com a sequência de resultados negativos. Já são quatro jogos sem vitória. Foram duas derrotas (Cruzeiro e Vitória) e dois empates (Universidad e Flamengo).
A partida de quarta-feira vale uma vaga nas quartas-de-final da Copa Sul-Americana. Como empatou em 1 a 1 o jogo de ida, no Beira-Rio, o Inter joga por empate acima de dois gols ou vitória simples. Empate sem gols dá a vaga ao time chileno.
— A gente pretendia se recuperar contra o Flamengo, mas as condições do campo não deixaram. Vamos tentar agora contra a Universidad — afirmou o goleiro Lauro, que está otimista para a partida.
— Não conseguimos a vantagem em casa, que poderia nos dar mais facilidade. Mas pelo jogo que a gente fez aqui no Beira-Rio, a gente sabe que pode se classificar — acrescentou o goleiro.
O zagueiro Bolívar disse que o grupo está concentrado e consciente de que precisa de uma vitória para renovar o ânimo.
— É um jogo bom e o nosso objetivo é conseguir a classificação. Quando a gente trabalha em um clube como o Inter, tem que sempre buscar a vitória. Estamos focados nesse jogo — declarou.
Os jogadores que participaram do empate sem gols contra o Flamengo treinaram na tarde desta segunda-feira. A definição do time, no entanto, ficou para o treino de amanhã, já na capital chilena. Pelo menos dois desfalques estão confirmados: o atacante Edu, com desconforto muscular, e o meia D’Alessandro, que sequer fará parte da delegação. OS RELACIONADOSGoleiros: Lauro e Michel AlvesLaterais: Kleber, Bolivar, Danilo Silva e Marcelo CordeiroZagueiros: Índio, Fabiano Eller, Sorondo e Danny MoraisVolantes: Sandro, Maycon, Guiñazu e GlaydsonMeias: Andrezinho e Wagner LibanoAtacantes: Taison, Alecsandro, Marquinhos e Bolaños
CLICESPORTES
sexta-feira, 18 de abril de 2008
sábado, 22 de setembro de 2007
Daqui há pouco ele se toca... pô nem o "capa preta"?
Sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Sem advogado de defesa
Depois da absolvição de Renan, Ferrão picou a mulaFoto: Rooselwelt Pinheiro, ABR, BD - 30/05/2007 |
Procura-se um advogado de primeira linha para defender o presidente do Senado, Renan Calheiros. O brilhante Eduardo Ferrão, responsável pela absolvição de Renan no primeiro julgamento no Senado pediu o boné.
Disse que, desde o início, estava acertado que sua atuação terminaria após o primeiro julgamento. Não convenceu. Renan vai precisar de um advogado do nível de Ferrão para enfrentar os próximos processos, que devem ser agrupados para não deixar o Senado envolvido com o caso até o fim dos tempos.
Enrolado do jeito que Renan está, um principante não tem como dar conta do recado.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Imaginava ser diferente? E antes do Gov Itamar?
quinta-feira, 20 de setembro de 2007, 00:04 | Online
Câmara aprova em 1º turno a prorrogação da CPMF
Com promessas, nomeações e liberação de verbas, governo conseguiu 30 votos a mais do que o mínimo
João Domingos, Eugênia Lopes e Denise Madueño
Ao longo do dia, a Câmara realizou três sessões. Juntas, duraram 12 horas e 25 minutos. Como são necessários 308 votos para a aprovação de uma emenda constitucional, o governo conseguiu 30 votos a mais do que o mínimo. A vitória, porém, ocorreu em clima de tensão.
Para acalmar a sua própria bancada, que a toda hora se rebelava e ameaçava não votar a prorrogação, o Palácio do Planalto se viu obrigado a prometer tudo, a todos, na hora da votação. E, mais uma vez, a liberar verbas para emendas parlamentares e a efetivar nomeações prometidas em estatais. Somente nesta quarta-feira foram liberados R$ 21,7 milhões para emendas. Entre elas, as que destinavam verbas para prefeituras controladas pelo PT, por aliados como PTB e PMDB e até por partidos de oposição, como o PSDB.
Controlada pelo PTB, Itinga do Maranhão recebeu R$ 452,1 mil. Administradas pelo PT, Niterói (RJ) levou R$ 626,9 mil e São Leopoldo (RS), R$ 120 mil. Patos (PB), sob gestão do PMDB, obteve liberação de R$ 65,1 mil. Teresina, sob tutela do PSDB, conseguiu R$ 297,6 mil.
Para mostrar que cumprirá as promessas, o governo fez cinco nomeações - quatro para cargos da diretoria do Banco do Nordeste, com as quais atendeu ao PP, PR, PSB e PTB, e outra para a presidência do Porto de Santos, que foi para José Di Bela Filho, apadrinhado dos deputados Márcio França (PSB-SP) e Ciro Gomes (PSB-CE).
O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva encabeçou o esforço governista para enfrentar a barganha generalizada. Ao saber que o maior número de focos de rebeldia estava no PMDB, cobrou da direção do partido o voto a favor da CPMF.
"Quem é parceiro é parceiro para comer no prato cheio e é parceiro para ficar olhando o prato vazio junto, é parceiro nos bons e nos maus momentos", afirmou Lula, em discurso no lançamento do PAC da Funasa, quando a Câmara estava reunida para discutir a votação.
Ao mesmo tempo, líderes governistas e emissários do Planalto juraram rapidez na nomeação de apadrinhados políticos para cargos em estatais e no segundo e terceiro escalões, na liberação do dinheiro das emendas parlamentares e até na renegociação da dívida de R$ 70 bilhões dos ruralistas.
Cansado de tanto negociar e de tentar acalmar os deputados, que vêem na votação da CPMF a última trincheira para tirar o máximo do governo, o líder José Múcio (PTB-PE) desabafou, no início da noite, com uma ameaça: "Para o governo, a votação vai servir para saber quem será seu parceiro nos próximos 39 meses." Antes, José Múcio participara de pelo menos dez reuniões, nas quais fez apelos seguidos pelo voto a favor da CPMF, com a garantia de que o governo cumprirá suas promessas.
Uma das reuniões ocorreu com seu próprio partido, o PTB, e com o ministro das Relações Institucionais, Walfrido Mares Guia. Encerrado o encontro, foi indagado pelos deputados se seria possível conversar com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Eles concluíram que Mares Guia faz muitas promessas, mas tem pouca margem para honrá-las.
O PR, que tem 41 deputados, fez uma reunião tensa. Deputados exigiam nomeações e a liberação das emendas de imediato. Múcio correu para lá. Ajudou o líder Luciano Castro (RR) a dizer que o governo cumpriria os acordos. Castro decidiu usar o próprio cargo como avalista: "Pedi aos deputados um voto de confiança em mim. Estou me expondo. Se amanhã não resolver, é a minha cabeça que está a prêmio. Se o governo não resolver, deixo a liderança. Não me sentirei confortável se o governo não cumprir os compromissos que assumiu", afirmou.
O partido reivindica cargos no Departamento Nacional de Infra-Estrutura em Transportes (DNIT) de Santa Catarina, Sergipe e São Paulo, a diretoria de Operações de Furnas, um cargo na Agência Nacional do Petróleo (ANP) e outro na área de energia para o deputado Lúcio Alcântara (PR-CE).
Duas das principais revoltas do PMDB ocorreram nas bancadas do Rio Grande do Sul e da Paraíba. A dos gaúchos foi motivada pela revogação da medida provisória que compensava as perdas do setor calçadista com a valorização do real. Para contorná-la, o vice-líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS), prometeu o envio de um projeto que retoma as compensações.
A revolta da Paraíba teve como conseqüência uma das nomeações feitas para o Banco do Nordeste. Para atender aos pedidos da base aliada, o governo demitiu o ex-deputado Augusto Bezerra, do PMDB da Paraíba. Foi a conta para a revolta.
Os nomeados do BNB são Paulo Sérgio Ferraro, apoiado pelo PR, PP e pelo governador da Bahia, Jaques Wagner; Luiz Carlos Everton, indicado pelo governador do Piauí, Wellington Dias (PT), e por Ciro; Luís Henrique Mascarenhas, da confiança pessoal do ministro da Fazenda, Guido Mantega; e Osvaldo Serrano, apoiado pelo PTB e pelo oposicionista do DEM Airton Xerez (RJ).
