segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Floriu

poisé...

Internacional de novo tentando se recuperar...

28/09/2009 17h50min
Inter viaja ao Chile confiante em recuperação
Time quer acabar com sequência de quatro jogos sem vitória
O Inter embarca para Santiago às 19h desta segunda-feira com dois objetivos: vencer o Universidad de Chile e recuperar a confiança perdida com a sequência de resultados negativos. Já são quatro jogos sem vitória. Foram duas derrotas (Cruzeiro e Vitória) e dois empates (Universidad e Flamengo).
A partida de quarta-feira vale uma vaga nas quartas-de-final da Copa Sul-Americana. Como empatou em 1 a 1 o jogo de ida, no Beira-Rio, o Inter joga por empate acima de dois gols ou vitória simples. Empate sem gols dá a vaga ao time chileno.
— A gente pretendia se recuperar contra o Flamengo, mas as condições do campo não deixaram. Vamos tentar agora contra a Universidad — afirmou o goleiro Lauro, que está otimista para a partida.
— Não conseguimos a vantagem em casa, que poderia nos dar mais facilidade. Mas pelo jogo que a gente fez aqui no Beira-Rio, a gente sabe que pode se classificar — acrescentou o goleiro.
O zagueiro Bolívar disse que o grupo está concentrado e consciente de que precisa de uma vitória para renovar o ânimo.
— É um jogo bom e o nosso objetivo é conseguir a classificação. Quando a gente trabalha em um clube como o Inter, tem que sempre buscar a vitória. Estamos focados nesse jogo — declarou.
Os jogadores que participaram do empate sem gols contra o Flamengo treinaram na tarde desta segunda-feira. A definição do time, no entanto, ficou para o treino de amanhã, já na capital chilena. Pelo menos dois desfalques estão confirmados: o atacante Edu, com desconforto muscular, e o meia D’Alessandro, que sequer fará parte da delegação. OS RELACIONADOSGoleiros: Lauro e Michel AlvesLaterais: Kleber, Bolivar, Danilo Silva e Marcelo CordeiroZagueiros: Índio, Fabiano Eller, Sorondo e Danny MoraisVolantes: Sandro, Maycon, Guiñazu e GlaydsonMeias: Andrezinho e Wagner LibanoAtacantes: Taison, Alecsandro, Marquinhos e Bolaños
CLICESPORTES

sábado, 22 de setembro de 2007

Daqui há pouco ele se toca... pô nem o "capa preta"?

Sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Sem advogado de defesa

Depois da absolvição de Renan, Ferrão picou a mulaFoto: Rooselwelt Pinheiro, ABR, BD - 30/05/2007

Rooselwelt Pinheiro, ABR, BD - 30/05/2007

Procura-se um advogado de primeira linha para defender o presidente do Senado, Renan Calheiros. O brilhante Eduardo Ferrão, responsável pela absolvição de Renan no primeiro julgamento no Senado pediu o boné.

Disse que, desde o início, estava acertado que sua atuação terminaria após o primeiro julgamento. Não convenceu. Renan vai precisar de um advogado do nível de Ferrão para enfrentar os próximos processos, que devem ser agrupados para não deixar o Senado envolvido com o caso até o fim dos tempos.

Enrolado do jeito que Renan está, um principante não tem como dar conta do recado.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Imaginava ser diferente? E antes do Gov Itamar?

quinta-feira, 20 de setembro de 2007, 00:04 | Online

Câmara aprova em 1º turno a prorrogação da CPMF

Com promessas, nomeações e liberação de verbas, governo conseguiu 30 votos a mais do que o mínimo

João Domingos, Eugênia Lopes e Denise Madueño

BRASÍLIA - A Câmara aprovou no final da noite de ontem a emenda constitucional que prorroga até 2011 a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), como queria o Palácio do Planalto. A mesma proposta - que ainda precisa ser votada em mais um turno pelos deputados e duas vezes no Senado - permite ao governo movimentar 20% dos recursos do Tesouro sem vinculação, o que ano passado representou R$ 84 bilhões. O placar foi de 338 votos favoráveis à manutenção do tributo, 117 contra e 2 abstenções.

Ao longo do dia, a Câmara realizou três sessões. Juntas, duraram 12 horas e 25 minutos. Como são necessários 308 votos para a aprovação de uma emenda constitucional, o governo conseguiu 30 votos a mais do que o mínimo. A vitória, porém, ocorreu em clima de tensão.

Para acalmar a sua própria bancada, que a toda hora se rebelava e ameaçava não votar a prorrogação, o Palácio do Planalto se viu obrigado a prometer tudo, a todos, na hora da votação. E, mais uma vez, a liberar verbas para emendas parlamentares e a efetivar nomeações prometidas em estatais. Somente nesta quarta-feira foram liberados R$ 21,7 milhões para emendas. Entre elas, as que destinavam verbas para prefeituras controladas pelo PT, por aliados como PTB e PMDB e até por partidos de oposição, como o PSDB.

Controlada pelo PTB, Itinga do Maranhão recebeu R$ 452,1 mil. Administradas pelo PT, Niterói (RJ) levou R$ 626,9 mil e São Leopoldo (RS), R$ 120 mil. Patos (PB), sob gestão do PMDB, obteve liberação de R$ 65,1 mil. Teresina, sob tutela do PSDB, conseguiu R$ 297,6 mil.

Para mostrar que cumprirá as promessas, o governo fez cinco nomeações - quatro para cargos da diretoria do Banco do Nordeste, com as quais atendeu ao PP, PR, PSB e PTB, e outra para a presidência do Porto de Santos, que foi para José Di Bela Filho, apadrinhado dos deputados Márcio França (PSB-SP) e Ciro Gomes (PSB-CE).

O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva encabeçou o esforço governista para enfrentar a barganha generalizada. Ao saber que o maior número de focos de rebeldia estava no PMDB, cobrou da direção do partido o voto a favor da CPMF.

"Quem é parceiro é parceiro para comer no prato cheio e é parceiro para ficar olhando o prato vazio junto, é parceiro nos bons e nos maus momentos", afirmou Lula, em discurso no lançamento do PAC da Funasa, quando a Câmara estava reunida para discutir a votação.

Ao mesmo tempo, líderes governistas e emissários do Planalto juraram rapidez na nomeação de apadrinhados políticos para cargos em estatais e no segundo e terceiro escalões, na liberação do dinheiro das emendas parlamentares e até na renegociação da dívida de R$ 70 bilhões dos ruralistas.

Cansado de tanto negociar e de tentar acalmar os deputados, que vêem na votação da CPMF a última trincheira para tirar o máximo do governo, o líder José Múcio (PTB-PE) desabafou, no início da noite, com uma ameaça: "Para o governo, a votação vai servir para saber quem será seu parceiro nos próximos 39 meses." Antes, José Múcio participara de pelo menos dez reuniões, nas quais fez apelos seguidos pelo voto a favor da CPMF, com a garantia de que o governo cumprirá suas promessas.

Uma das reuniões ocorreu com seu próprio partido, o PTB, e com o ministro das Relações Institucionais, Walfrido Mares Guia. Encerrado o encontro, foi indagado pelos deputados se seria possível conversar com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Eles concluíram que Mares Guia faz muitas promessas, mas tem pouca margem para honrá-las.

O PR, que tem 41 deputados, fez uma reunião tensa. Deputados exigiam nomeações e a liberação das emendas de imediato. Múcio correu para lá. Ajudou o líder Luciano Castro (RR) a dizer que o governo cumpriria os acordos. Castro decidiu usar o próprio cargo como avalista: "Pedi aos deputados um voto de confiança em mim. Estou me expondo. Se amanhã não resolver, é a minha cabeça que está a prêmio. Se o governo não resolver, deixo a liderança. Não me sentirei confortável se o governo não cumprir os compromissos que assumiu", afirmou.

O partido reivindica cargos no Departamento Nacional de Infra-Estrutura em Transportes (DNIT) de Santa Catarina, Sergipe e São Paulo, a diretoria de Operações de Furnas, um cargo na Agência Nacional do Petróleo (ANP) e outro na área de energia para o deputado Lúcio Alcântara (PR-CE).

Duas das principais revoltas do PMDB ocorreram nas bancadas do Rio Grande do Sul e da Paraíba. A dos gaúchos foi motivada pela revogação da medida provisória que compensava as perdas do setor calçadista com a valorização do real. Para contorná-la, o vice-líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS), prometeu o envio de um projeto que retoma as compensações.

A revolta da Paraíba teve como conseqüência uma das nomeações feitas para o Banco do Nordeste. Para atender aos pedidos da base aliada, o governo demitiu o ex-deputado Augusto Bezerra, do PMDB da Paraíba. Foi a conta para a revolta.

Os nomeados do BNB são Paulo Sérgio Ferraro, apoiado pelo PR, PP e pelo governador da Bahia, Jaques Wagner; Luiz Carlos Everton, indicado pelo governador do Piauí, Wellington Dias (PT), e por Ciro; Luís Henrique Mascarenhas, da confiança pessoal do ministro da Fazenda, Guido Mantega; e Osvaldo Serrano, apoiado pelo PTB e pelo oposicionista do DEM Airton Xerez (RJ).

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

A única voz que ainda se ouve naquela casa de falcatruas...

NotíciasPolítica | 13/09/2007 15h46min

Heloísa Helena diz que houve gargalhadas após absolvição de Calheiros

Ex-senadora e presidente nacional do P-Sol lamentou a vitória do banditismo político






A ex-senadora e presidente nacional do P-Sol, Heloísa Helena, classificou como "vitória banditismo político" a absolvição do presidente do Senado e do Congresso Renan Calheiros, na sessão que julgou seu processo de cassação. Segundo Heloísa Helena, após a divulgação no placar eletrônico do resultado que absolvia Calheiros, houve "algazarra e gargalhadas" na Casa, não apenas da parte do presidente do Senado, mas também de outros parlamentares.

Heloísa Helena lamentou a atitude de "conluio, compadrinho e escárnio" dos parlamentares para com o povo brasileiro. Segundo ela, Calheiros foi absolvido mesmo depois de rasgar o código penal, o código de ética parlamentar e a própria constituição brasileira.

Professora universitária, a ex-senadora disse que, após a sessão, chegou em Alagoas às 4h, e só foi em casa para tomar um banho antes de sair para encontrar seus alunos em um hospital público. Ela ressaltou o contraste da situação lamentável do hospital e das vantagens no Senado, e disse que é por essas "pessoas que precisam da luta" – como as que dependem da saúde pública – que ela continua, apesar das derrotas.

Sobre as supostas irregularidades da senadora com a Receita Federal — as quais Calheiros fez menção após a sessão de quarta – Heloísa Helena explicou que é um processo no qual vários deútados estaduais do país foram autuados pela Receita há mais de 10 anos atrás, e que ela recorre no Supremo, sobre tributação de verba de gabinete. De acordo com ela, o processo está equivocado por que essa verba não pode ser tributada e, inclusive, uma das acusações contra o presidente do senado seria justamente ter usado a verba de gabinete como se fosse renda.

A ex-senadora confirmou o bate-boca no qual disse que o senador Calheiros precisa lavar a boca com água sanitária para falar com ela. E explicou:

– Uma onça, quando vê um rato, tem que meter a pata. Não pode ficar tratanto de forma civilizada.

A estranheza dos números

A presidente nacional do P-Sol também ressaltou a estranheza dos números na votação que absolveu Renan. Segundo ela, após a sessão, no levantamento feito por meio das declarações dos senadores aos aos jornalistas, eram contados 45 ou 46 votos pró-cassação do senador, ao invés dos 35 efetivamente computados. Ela brincou, dizendo que, aparentemente, o rato também havia comido os votos.

Além do processo julgado na sessão desta quarta, o P-Sol é autor de outras duas das três denúncias que ainda correm contra o presidente do Senado. Conforme ela, outra é do DEM e do PSDB. Heloísa Helena disse que não há uma ordem para que esses processos sejam julgados, mas apenas um deles já tem um relator designado pelo presidente do Conselho de Ética: o que envolve não apenas o senador Renan Calheiros, mas também seu irmão, no caso de uma cervejaria.

O relator deste processo ainda não apresentou parecer. A ex-senadora esclareceu que, em todos os casos que ainda devem ser analisados, os relatores podem pedir o arquivamento.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Que vergonha...

NotíciasPolítica | 12/09/2007 17h20min

Calheiros é absolvido no Senado

(sem comentários)

===========================